quinta-feira, 22 de julho de 2010

021 - 22/07/2010 - Brasileiros desenvolvem método inédito para reciclagem de plástico

Brasileiros desenvolvem método inédito para reciclagem de plástico

Débora Motta - Faperj - 15/07/2010
Brasileiros desenvolvem método inédito para reciclagem de 
plástico
Amostras de polímeros no laboratório da Coppe: é possível produzir plásticos reaproveitando até 40% de material plástico já utilizado. [Imagem: Faperj]
Buscando uma forma de minimizar os efeitos ambientais negativos do excesso de plástico descartado, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) desenvolveram uma nova técnica de reciclagem desse material.
Testes realizados no Laboratório de Modelagem, Simulação e Controle de Processos da instituição mostraram que é possível criar resinas plásticas produzidas a partir do reaproveitamento de até 40% de material plástico já utilizado.

Polimerização em suspensão
O método escolhido pela equipe foi a reciclagem com produção in situ, que possibilita incorporar materiais plásticos usados a plásticos virgens no próprio ambiente da reação química.
Por meio da polimerização em suspensão, foram realizadas misturas moleculares de poliestireno reciclado e de poliestireno virgem, usando copos descartáveis.
"A técnica é simples. Basicamente dissolvemos o plástico usado numa solução com reagentes e depois adicionamos o material direto no reator para fazer mais plástico", diz o professor José Carlos Pinto, responsável pelo projeto.
Ao contrário de outras técnicas de reciclagem, como a mecânica, esse método mantém a qualidade do produto final, pois a adição de plásticos reciclados não interfere no andamento da reação química de polimerização.
"O plástico usado foi reincorporado como matéria-prima do processo sem grandes transformações químicas. As propriedades finais do produto são similares às propriedades dos polímeros não-reciclados", assinala.

Reciclagem de isopor
Além de copos descartáveis, a técnica pode ser empregada com outras famílias de materiais à base de poliestireno, de poliacrilatos, de polimetacrilatos e de poliacetatos, como aqueles utilizados para fabricar capas de CD, isopor, interiores de geladeira e carcaças de televisão, entre outros produtos.
"O próximo passo é testar a técnica com cargas de isopor recicladas. O isopor não é biodegradável, mas pode ser facilmente reciclado e utilizado para fabricar isopor novo", adianta José Carlos.
A Coppe já encaminhou ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) a solicitação de patente para a nova técnica, que poderia ser facilmente incorporada ao setor produtivo para uso em escala industrial, devido ao seu baixo custo. "Para as fábricas se adaptarem a essa tecnologia, precisariam apenas fazer pequenos ajustes, como adicionar na linha de produção um recipiente para misturar o plástico reciclado com os reagentes", explica.
Impactos da reciclagem do plástico
De acordo com o professor José Carlos Pinto, a reciclagem é a melhor resposta diante do debate sobre usar ou não usar o plástico. "A questão maior não é se devemos usar ou não o plástico, mas o que devemos fazer com ele depois do seu ciclo de uso", destaca o engenheiro químico, lembrando que o plástico deve ser tratado como uma matéria-prima potencialmente reutilizável, e não como lixo.
O professor ressalta os impactos ambientais positivos da transformação de plástico em plástico. "A reciclagem contribui para reduzir a quantidade de material descartado no meio ambiente, pois o utiliza como matéria-prima para produzir novos materiais plásticos. Ao ser reciclado, se economiza o petróleo que seria utilizado para fazer plástico novo e isso certamente contribui para a redução da emissão de carbono na atmosfera", diz.
A reciclagem do plástico também pode resultar em consideráveis impactos econômicos e sociais. "A reciclagem pode estimular a valorização econômica dos resíduos plásticos. Eles têm baixo valor agregado, apesar de serem derivados do petróleo, e por isso são facilmente descartados pela população", avalia. "Ela também pode gerar empregos por incentivar a coleta seletiva de plástico por cooperativas de catadores de lixo".
Plásticos
Plásticos são materiais formados pela união de grandes cadeias moleculares chamadas polímeros, que por sua vez são formadas por moléculas menores, chamadas monômeros.
Estima-se que no Brasil pelo menos 2,2 milhões de toneladas de plástico pós-consumo (descartados após o uso) se acumulam anualmente, segundo dados da Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos - entidade que representa institucionalmente a cadeia produtiva do setor para divulgar a importância dos plásticos na vida moderna e promover sua utilização ambientalmente correta.

 SOU DOM PAULO DE BEL
Técnico em Polímeros

020 - 22/07/2010 - UFRJ, SEMPRE NA FRENTE NA HORA DE REPROCESSAR

Com a intenção de buscar uma forma de minimizar os efeitos negativos do excesso de plástico descartado no meio ambiente, pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ) desenvolveram uma nova técnica para a reciclagem desse tipo de material: incorporaram plásticos usados aos virgens no próprio ambiente da reação química. Os testes foram realizados no Laboratório de Modelagem, Simulação e Controle de Processos da própria universidade e mostraram que é possível criar resinas plásticas produzidas a partir do reaproveitamento de até 40% de material plástico já utilizado.


     









  




"A técnica é simples. Basicamente dissolvemos o plástico usado numa solução com reagentes e depois adicionamos o material direto no reator para fazer mais plástico", diz o professor José Carlos Pinto, responsável pelo projeto. Ao contrário de outras técnicas de reciclagem, como a mecânica, esse método mantém a qualidade do produto final, pois a adição de plásticos reciclados não interfere no andamento da reação química de polimerização.
"O plástico usado foi reincorporado como matéria-prima do processo sem grandes transformações químicas. As propriedades finais do produto são similares às propriedades dos polímeros não-reciclados", assinala. Detalhe: a técnica pode ser aplicada a outras famílias de materiais, como aqueles utilizados para fabricar capas de CD, isopor, interiores de geladeira e carcaças de televisão, entre outros produtos.
"A reciclagem contribui para reduzir a quantidade de material descartado no meio ambiente, pois o utiliza como matéria-prima para produzir novos materiais plásticos. Ao ser reciclado, se economiza o petróleo que seria utilizado para fazer plástico novo e isso certamente contribui para a redução da emissão de carbono na atmosfera", diz. "O próximo passo é testar a técnica com cargas de isopor recicladas. O isopor não é biodegradável, mas pode ser facilmente reciclado e utilizado para fabricar isopor novo", adianta José Carlos.
O Meio Ambiente agradece. Estima-se que no Brasil pelo menos 2,2 milhões de toneladas de plástico pós-consumo (descartados após o uso) se acumulam anualmente, segundo dados da Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos - entidade que representa institucionalmente a cadeia produtiva do setor para divulgar a importância dos plásticos na vida moderna e promover sua utilização ambientalmente correta.

DOM PAULO
Técnico em Polímeros
Formado pelo
CETEP Belford Roxo - FAETEC.

domingo, 20 de junho de 2010

019 - 20/06/2010 - O PENSAMENTO DA DIREÇÃO DA FAETEC SOBRE A CONCESSÃO DO RIO CARD AOS SEUS ALUNOS.

PRESADOS LEITORES,

VEJAM, A SEGUIR, A MATÉRIA QUE ACHEI CIRCULANDO POR AI NUM BLOG E DISTRIBUIDA PELOS ALERTAS DO GOOGLES SOBRE A FAETEC.
**********************************************************************************

Passe livre para mais 64 mil
Alunos de cursos profissionalizantes de Centros de Vocação Tecnológica e da Faetec recebem o Rio-Card a partir do dia 21
POR THIAGO FERES
Rio - Sessenta e quatro mil alunos dos Centros de Vocação Tecnológica (CVTs) e de cursos profissionalizantes da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) passarão a andar de graça em transportes públicos. A promessa é que os cartões Rio-Card sejam distribuídos já dia 21. O acordo entre a Secretaria estadual de Ciência e Tecnologia e a Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio (Fetranspor) foi fechado anteontem.
Inicialmente, não haverá um limite na quantidade de passagens utilizada pelos estudantes. O cadastramento para a confecção dos cartões começará semana que vem nas escolas.
“O governo vai arcar com R$ 1,50 no valor de cada passagem, e nós com o restante. Acredito que, se tudo correr como imaginamos, todos os cartões já tenha sido entregue aos alunos no primeiro dia do projeto”, destacou o presidente da Fetranspor, Lélis Teixeira.


Ao todo, 23 CVTs estão espalhadas por diversos municípios do estado e oferecem capacitação em áreas como culinária, hotelaria e beleza. O benefício — já concedido a alunos de cursos profissionalizantes concomitantes com Ensino Médio — agora será estendido a quem faz apenas os de qualificação profissional. O vale poderá ser usado em ônibus, trem, metrô e barcas.


As unidades de ensino receberão validadores dos cartões gradativamente, onde eles receberão as recargas. Segundo a Fetranspor, está é uma medida que evitará fraudes, pois, permitirá maior controle das passagens pagas.


Segundo o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Luiz Edmundo Horta, cada Centro de Vocação Tecnológica custa, em média, R$ 1,5 milhão aos cofres públicos.


EVASÃO CHEGA A 50% NO INTERIOR
Segundo a Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, o principal objetivo do acordo com a Fetranspor é evitar a evasão dos alunos dos cursos profissionalizantes. Uma pesquisa realizada há três meses nos Centros de Vocação Tecnológica comprovou que a falta de dinheiro para arcar com o deslocamento da residência até as unidades de ensino é a principal causa da desistência dos alunos. No interior do estado, este índice chega a 50%.


"Foi um dado que nos pegou completamente de surpresa e nos chocou. Quem não utiliza o transporte público acaba não tendo a verdadeira noção da importância de um vale-transporte para as pessoas das classes mais baixas”, analisou o secretário Luiz Edmundo.


Para ele, a conclusão dos cursos é de extrema importância, uma vez que o estado não gasta qualquer quantia a mais estando dez ou trinta alunos dentro de sala de aula: “O valor da conta de luz e o custo com o salário do professor não mudam. Queremos novos profissionais no mercado”.
************************************************************************************

OLA EU SOU DOM PAULO DE BEL, ALUNO DE UM CURSO TÉCNICO NA MODALIDADE PÓS MÉDIO OU SUBSEQUENTE DA REDE FAETEC E QUERO COMENTARSOBRE ESSA COISA QUE ESTAMOS VENDO AGORA SOBRE O RIO CARD PARA ALUNOS DA REDE.

ALUNOS DE "CVT's" SÃO TÃO ALUNOS QUANTO OS OUTROS ALUNOS DA REDE, POREM, A CONTEMPLAÇÃO NÃO É JUSTA DESDEQUE NÃO ATINGE A ALUNOS DE NÍVEL TÉCNICO DA MODALIDADE SUB SEQUENTE, APESAR DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO JÁ TER EMITIDO PARECER, EM 2007, EQUIPARANDO ESSA CATEGORIA A ENSINO MÉDIO CONCOMITANTE, EXCLUSIVAMENTE, PARA FINS DE RIO CARD.

SR. ALEXANDRE CARDOSO ATRAZOU AO MAXIMO QUE POPDE ESS TÁTICA PARA USA-LA AGORA, NAS VESPERAS DAS ELEIÇÕES SÓ PARA ANGARIAR VOTOS PARA SÍ E PARA O PINÓQUI CABRAL.

ESQUECEMOS FACIL O QUE SE É DITO NAS CAMPANHAS ANTERIORES. O SR PINÓQUI CABRAL, DISSE, EM UM PALANQUE DE CAMPANHA, NO MUNICÍPIO DE ITABORAÍ, DURANTE SUA CAMPANHA PARA SE ELEGER GOVERNADOR, QUE TUDO FARIA PELOS ALUNOS DA FAETEC.

ATÉ AGORA, NADA FEZ, ANÃO SER ABRIR CVT's E ENCHER DE COMPUTADORES. NADA MAL, SE NÃO FOSSE PASSIVEL DE VERIFICAÇÃO, PELO MINISTÉRIO PÚBLICO, SOBRE OS VERDADEIROS MOTIVOS QUE LEVAM AABERTURA DESSES CVT's. Os ALUGUÉIS DOS COMPUTADORES RENDEM POUPUDAS COMISSÕES AOS BOLÇOS DE ALGUEM. QUANTO MAIS COMPUTADOR, MAIOR A COMISSÃO. < EU FREQUENTO O PRÉDIO DA DIREÇÃO DA FAETEC, POIS SOU REPRESENTANTE DAS TURMAS DE TÉCNICO EM POLÍMEROS, E ESCUTO VARIAS DIRETORAS RECLAMANDO DA MANUTENÇÃO DOS APARELHOS DESTINADOS A SUA UNIDADE. RECLAMAM DE TODAS AS MANEIRAS E TÁ DA FALTA DE AULAS POR TER O APARELHO FISICAMENTE, MAS NÃO ESTAR FUNCIONANDO MAS O ALUGUEL TA CORRENDO E SENDO PAGO. CONSEQUENTEMENTE, AS COMISSÕES AOS BOLÇOS DE ALGUEM. NO CASO DOS RIO-CARD'S, A CONTEMPLAÇÃO FOI SO PARA ALUNOS QUE VÃO FAZER BOLOS, ARTEZANATOS, CONSERTAR COMPUTADORES E APRENDER A UTILIZÁ-LOS, ENFIM A CURSOS DE USO PESSOAIS E DOMÉSTICOS. JÁ OS CURSOS DE NIVEM PROFISSIONAIS QUE REQUEREM UMA QUALIFICAÇÃO E ATÉ REGISTROS EM ORGÃOS DE CLASSE PARA O SEU EXERCÍCIO, ESSE O SR CARDOSO DEIXA DE FORA. ESSA É A MENTALIDADE DO PODER QUE QUER CONTINUIDADE SOU DOM PAULO DE BEL, PRESIDENTE DO CONSELHO DE ALUNOS DO I CURSO TÉCNICO DE POLÍMEROS DO CETEP BELFORD ROXO – FAETEC

VISITE : 

" http://www.sindicatodopovo.blogspot.com "
" http://www.polimeros3broxo.blogspot.com "

quarta-feira, 2 de junho de 2010

018 - 25/05/2010 - DESABAFO

SOU PAULO F. MACHADO, (DOM PAULO DE BEL), TÉCNICO EM POLÍMEROS FORMADO NA FAETEC-RJ E COM MUITO APRENDIZADO PELO INSTITUTO DE MACROMOLÉCULAS ELOISA MANO LIGADO A UFRJ.

PARTICIPO DE TODOS OS EVENTOS QUE CONSIGO SOBRE POLÍMEROS E QUASE TODAS AS PALÉSTRAS FALA-SE SOBRE ESSE PRODUTO.

PERCEBO QUE HÁ UMA INFLAMAÇÃO SOBRE AS SACOLAS PLÁSTICAS OFERECIDAS NOS MERCADOS. MAS SE VOLTARMOS ATRAZ, HAVIA TAMBEM, UMA CAMPANHA CONTRA AS GARRAFAS PET E QUE HOJE, MESMO CONTINUANDO A INFESTAR OPS RIOS, LAGOAS E MARES DO NOSSO PAÍS, NÃO SE HOUVE MAIS AQUELA EUFORIA SOBRE AS MESMAS. PORQUE SERÁ????

SERÁ QUE UMA COCA-COLA DA VIDA ENTROU NA BRIGA CONTRA AS VOCIFERAÇÕES DE AMBIENTALISTAS RADICAIS???

OU SERÁ QUE ESGOTADO AS PALAVRAS CONTRA AS GARRAFAS, PERCEBERAM QUE O REPROCESSAMENTO DO PRODUTO PODE TRAZER BENÉFICIO??

QUANTO ÁS SACOLAS PLÁSTICAS PODE HAVER A MESMA COISA.

MINISTROS E SECRETÁRIOS DE MEIO AMBIENTE DEVERIAM FORMAR UMA COALISÃO PARA TRATAR DESSE ASSUNTO PENSANDO NO REPROCESSAMENTO DO PRODUTO.

ISSO GERARIA TUDO DE BOM PARA O PAÍS. MAIS EMPREGOS, MAIS ARRECADAÇÃO, MAIS, MAIS, MAIS E MAIS DE TUDO. FAVORECERIA A POPULAÇÃO E AOS GOVERNOS. MENOS FALAÇÃO E MAIS AÇÃO E SOLUÇÃO PARA UMA COISA QUE HOJE, É PROBLEMA.

QUATO AOS PRODUTOS BIODEGRADAVEIS ACHO QUE DEVEM SER CHAMADOS DE PRODUTOS COM DEGRADAÇÃO INDUZIDA, POIS OS BIOS SÃO MUITO MAIS DIFICEIS DE ACONTECER EM PORODUTOS QUIMICOS DESSA NATURESA. JÁ OS DE DEGRADAÇÃO INDUZIDA ESTARIAM MAIS VULNERAVEIS A AÇÃO DO AGENTE DE DEGRADAÇÃO. ISTO É, O PRODUTO BASE (plástico) SER ATACADO PELO AGENTE DE DEGRADAÇÃO, PRODUZINDO O SEU FIM. É O QUE SE TENTA FAZER ATÉ HOJE E NÃO SE ENCONTROU, AINDA, A TAL FORMULA CERTA.

AINDA NÃO SE ACHOU UM PLÁSTICO “BIO” DEGRADAVEL DE VERDADE, ATÉ HOJE, SOMENTE TEMOS OS DE DEGRADAÇÃO INDUZIDA. ALGUEM SABE ME DIZER O QUE DEGRADA PETROLÉO???

ESSA DIFERENÇA NOMINAL “BIO” E “INDUÇÃO” SÃO A CHAVE PARA A SOLUÇÃO DO PROBLEMA. – BIO, TRADUS QUE DEGRADE POR SI SÓ, COMO O NOSSO CORPO, APÓS A MORTE. INDUÇÃO, JÁ NOS REMETE A AÇÃO DE AGENTES AGREGADOS AO PRODUTO BASE PARA POSTERIOR AÇÃO DE DEGRADAÇÃO. COMO A ADIÇÃO DE OXIDOS, TEMPERATURA, PH ETC..

OS PLÁSTICOS QUE TEMOS POR AI, ATÉ AGORA SÃO DE DEGRADAÇÃO INDUZIDA. FALTA DESCOBRIR A FORMULA PARA UMA DEGRADAÇÃO TOTAL. E É ISSO QUE NÃO SE TEM ATÉ AGORA. QUEM ENCONTRAR ESSA SOLUÇÃO COLOCARÁ O NOME NA ESTÓRIA.

TEMOS QUE MUDAR ESSE NOME DE “BIO” PAR OUTRO QUE IDENTIFIQUE A DEGRADAÇÃO INDUZIDA. QUETAL “INDUDEGRADAVEL”.

TEMOS QUE APRENDER A TIRAR ALGUM PROVEITO DO QUE NÃO É BOM. SE O PLASTICO NÃO SE DEGRADA POR INTEIRO, VAMOS APRENDER A REUTILIZAR O QUE SOBRA DELE.

NÃO FOI ASSIM QUE A INDÚSTRIA PETROQUIMICA APRENDEU A UTILIZAR O GÁS QUE SE JOGAVA FORA NO AR???

QUANDO SE QUER SE FAZ

SOU DOM PAULO DE BEL,
>TÉCNICO EM POLÍMEROS
(21) 9288 7638 - (21) 9661 5709
POLIMEROS – SUBSTITUINDO O METAL, O VIDRO E A CERÂMICA NO MUNDO MODERNO.

terça-feira, 25 de maio de 2010

017 - 25/05/2010 - NOVO PLÁSTICO BIO.


21/05/2010 - 09:10
NH Hoteles adota embalagens ecológicas

Grupo hoteleiro anuncia uso de plásticos d2w, com ciclo de vida útil controlado.

O grupo espanhol NH Hoteles anunciou recentemente que acaba de se tornar uma das empresas hoteleiras mais sustentáveis do mundo. A partir de agora, produtos como pentes, sabonetes de banho e sacos para roupa serão produzidos com aditivos oxidegradáveis d2w, ou seja, plásticos com rápida degradação e totalmente biodegradáveis.

O plástico oxibiodegradável, de ciclo de vida útil controlado, se degrada em aproximadamente 18 meses e precisa estar em contato com fatores externos, como luz e calor. A tecnologia d2w é testada e aprovada por diversas instituições e laboratórios em todo mundo. O principal deles é o padrão de testes ASTM D6954-04 (Guia Padrão de Exposição e Testes de Plásticos), que confirma que os plásticos se degradam no meio ambiente por combinar a oxidação e a biodegradação. Esses testes informam à indústria e aos consumidores o que eles precisam saber: se o plástico é (a) degradável (b) biodegradável e (c) não ecotóxico. O aditivo d2w está em conformidade com as resoluções da ANVISA, o que permite sua utilização na produção de embalagens para contato com alimentos, medicamentos e cosméticos.

No país, o aditivo é comercializado exclusivamente pela Res Brasil, empresa especializa em soluções sustentáveis para embalagens plásticas. O d2w com ciclo de vida útil controlado já são utilizados em mais de 90 países. Somente no Brasil, mais de 250 indústrias plásticas adotam a tecnologia.

Res Brasil - Instalada em Valinhos (a 87 km de São Paulo), a empresa foi criada em 2000. É pioneira no país e a maior da América Latina em seu segmento. A Res Brasil trabalha com diversas soluções sustentáveis para que os plásticos tenham um ciclo de vida controlado e não tragam impactos ao meio ambiente, tais como o d2w (feito com o aditivo), o hidrobiodegradável (à base de polímeros renováveis) e o hidrossolúvel (que se dilui em contato com a água).

NH Hoteles - O grupo NH Hoteles tem 358 hotéis na Europa, 32 nas Américas e dois na África. Em 2009, as receitas chegaram a € 1,2 bilhão. Recebe aproximadamente 18 milhões de clientes por ano em sua rede hoteleira. 

016 - 25/05/2010 - ALERJ VERSUS FAETEC.


MATÉRIA PUBLICADA NO JORNAL EXTRA EM20 DE MAIO DE 2010.


Enviado por Felipe Sáles -
20.5.2010
| 16h55m
O deputado Comte Bittencourt (PPS), presidente da Comissão de Educação da Alerj, enviou esta semana uma requerimento de informações à Faetec para saber a relação nominal de todos os profissionais terceirizados e com contrato temporário, incluindo a lotação e a remuneração na fundação. O deputado quer saber também a razão para a implementação de uma unidade no distrito de Bacaxá, no município de Saquarema - conforme anunciado pelo presidente da instituição, Celso Pansera. É que, numa audiência pública, Pansera também anunciou a realização de novos concursos públicos este ano, com a abertura de 1.496 vagas nas áreas de apoio administrativo e de professores, e o temor é de que a escola seja aberta - antes das eleições - sem profissionais suficientes.
AI TEM COISA A SER DESCOBERTO. AINDA LEMBRAM-SE DO CASO DAS PEÇAS QUE CUSTAM R$8,00  E FORAM APARECER NAS LICITAÇÕES POR R$800,00??? OU JÁ ESQUECERAM???

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

0015 - 19/10/2009 - POLEMICA - SACOLAS PLÁSTICAS


PERSEGUIÇÃO OU MÁ INFORMAÇÃO???
Tenho lido muita coisa sobre as sacolas plásticas. Que elas sujam, poluem entopem e muitas outras coisas a mais. Porem, nunca vi ,ou ouvi ,nada sobre outro produto bem igual ás sacolas plásticas - "AS GARRAFAS PET".
Ambas são originárias de polímeros, extraídos do petróleo, com as mesmas funções: A de embalar ou armazenar produtos para transportes.
Para o "PET" se fez campanha de uso consciente. Para as "SACOLAS", apenas esculhamba-se, ridiculariza-se com toda força possível.
Parece-me que contra o poder dos usuários do "PET", uma COCA-COLA da vida, não se pode lutar. O poder econômico falou mais alto do que o ambiental e as garrafas continuam por ai infestando o "MEIO AMBIENTE", sendo vistas nos rios e mares do planeta, e ninguém tem coragem de abrir a boca e gritar contra isso.
Já com as "SACOLAS PLÁSTICAS", por não terem uma COCA-COLA por traz, vociferam-se de tudo.
Uma campanha de conscientização de reuso e depois, de reprocessamento, teria melhor resultado do que acabar com mais de 3400 empregos no setor de fabricação de sacolas. Dá-se mais valor a prejudicar ao ser humano do que ensinar-lhe a ser correto ecologicamente. Mente ecologicamente baixa.
Do mesmo jeito que se proporcionou campanhas a favor do "PET", pode-se fazer o mesmo com as "SACOLAS PLÁSTICAS". BASTA SE QUERER.
Grande exemplo veio, agora, bem recentemente, no GRANDE PREMIO BRASIL DE FORMULA 1. O lixo virou TROFEU. Se bem que a maior parte desse lixo era garrafas PLÁSTICAS de "PET". Porem, com o plástico das sacolas, pode ser reprocessados e transformados em outras coisas. A QUATTOR, uma empresa FABRICANTE DE RESINAS, inclusive a matéria prima para as SACOLAS, esta distribuindo um livro em que as suas páginas são de plástico originário de sacolas recicladas. No Instituto de Macromoléculas Eloisa Mano da UFRJ, atraves de lixo plástico se desenvolveu a "MADEIRA PLÁSTICA", com aqual se faz Dec's para piscinas, Pier's para embarcações, mobiliario comerciais e domésticos, entre outros. Isso tudo proveniente de lixo plástico contendo residuos de sacolas.
Ora, se um fabricante de matéria prima distribui um produto de materia reciclada em que reduz as suas vendas de matéria prima, porque não incentivar a reciclagem ou o REPROCESSAMENTO dessas SACOLAS que tanto são USADAS ERRADAMENTE???????
Cabe aos poderes públicos, fomentar essas campanhas e aos órgãos como esse (VIVOVERDE) a ajudar na conscientização popular e incrementar ao reuso e ao reprocessamento de uma coisa que incomoda. A SACOLINHA PLÁSTICA.
VISITEM http://www.sindicatodopovo.blogspot.com e
http://www.polimeros3broxo.blogspot.com
e saibam mais um pouquinho sobre esse assunto.
Paulo F. Machado
Sindicato do Povo

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

014 - 31/08/2009 - I – CONTAGEM REGRESSIVA PARA O FIM DAS SACOLAS DE PLÁSTICO

MATÉRIA PUBLICADA NO SITE DO YAHOO (NOTICIAS) POR EFE Reportagens.I - CONSIDERAÇÃO - A NOTÍCIA.


""Uma coisa tão cotidiana quanto ir às compras pode colocar em perigo a frágil vida do planeta, e uma simples mudança de hábitos pode evitá-lo. O consumo em massa de sacolas de plástico descartáveis provoca desastres ecológicos, e por isso são muitos os lugares nos quais já não se permite, ou se taxa com impostos o seu uso.

Segundo os especialistas, o consumo mundial de plástico superará os 300 milhões de toneladas em 2010, com o impacto meio ambiental que isso traz. Nas palavras de Esteban Gimeno, presidente da seção ibérica da Associação Europeia de Produtores Plásticos (PlasticsEurope), em 2006 a utilização de recursos plásticos foi da ordem de 250 milhões de toneladas, das quais 25% corresponderam ao continente europeu.

"Elas são muito consumidas (sacolas plásticas) porque são necessárias. Por ter nos tornado a vida mais fácil, se tornaram imprescindíveis", explicou Enrique Gallego, diretor-geral da Associação Espanhola de Indústrias de Plástico, em entrevista à Agência Efe.
Mas se as substituirmos por aquelas alternativas mais respeitosas com o meio ambiente, elas continuarão nos fazendo a vida mais fácil e nos assegurarão um ambiente limpo e livre de poluição.

No entanto, a Associação Espanhola de Fabricantes de Sacolas de Plástico defende que seus produtos têm "um grave problema de imagem", porque elas são 100% recicláveis, e "não emitem calor, nem CO2 nem outros destruidores da camada de ozônio".
O uso de sacolas de plástico se transformou em uma queda de braço entre Governos, associações ambientais, fabricantes do setor e grandes redes de supermercados. A defesa dos interesses por parte de cada um deles provocou várias dúvidas entre a maioria da população, sobre a realidade dos sacos plásticos.""

CONTINUA ... ... ...

013 - 31/08/2009 - II – CONTAGEM REGRESSIVA PARA O FIM DAS SACOLAS DE PLÁSTICO.

... ... ... CONTINUAÇÃO. (I)

II - CONSCIENTIZAÇÃO NECESSÁRIA.

""A culpa do impacto negativo na ecologia NÃO É SÓ destas sacolas e seus componentes, mas do mal uso que fazem delas. A falta de conscientização em relação aos problemas que provocam e as vantagens da utilização de alternativas agravam a situação.

Na hora de fazer a compra se aposta pela comodidade a todo custo. Se em vez de receber sacolas de plástico novas a cada compra fossem utilizadas as que se amontoam em um cantinho da cozinha, reduziríamos consideravelmente o gasto das mesmas.
Em países europeus como a Suíça sua utilização está praticamente erradicada. Elas foram trocadas por aquelas de papel pagas previamente e reutilizas em sucessivas compras, ou então se recorre às duradouras bolsas de tecido.

Itália, França, Dinamarca e República da Irlanda decidiram implantar o pagamento de taxas por parte dos usuários ou sua proibição. Na China, desde a decisão de cobrá-las, se seu consumo foi reduzido em 66%. Nos Estados Unidos, San Francisco foi a primeira cidade a tomar medidas. Oackland e Boston estudam seguir seus passos. Já Nova Délhi também declarou sua guerra particular às bolsas de plástico e vetou seu uso em toda a cidade.

A ONG espanhola Cicloplast defende que elas não só são consumidas abusivamente, mas depois não são jogadas fora corretamente, pois nem sempre acabam no contêiner de reciclagem adequado, impossibilitando desta maneira sua recuperação.
São muitas as imagens que nos chegam de grandes lixões de plásticos, mas talvez o ambiente mais afetado seja o mar, no qual a fauna e a flora correm grave perigo por causa da presença destas bolsas em seu ecossistema.""

CONTINUA ... ... ...

012 - 31/08/2009 - III – CONTAGEM REGRESSIVA PARA O FIM DAS SACOLAS DE PLÁSTICO.

... ... ... CONTINUAÇÃO. (II)III - ALTERNATIVAS JÁ PRESENTES.


"" Saber que faz mal e buscar a maneira de consertar o problema. Isto é o que decidiram as empresas dos setores que as fabricam e dos que as utilizam.
São diversas as companhias que optaram por alternativas mais respeitosas com o meio ambiente.

O Carrefour, empresa proprietária de uma grande rede de hipermercados e supermercados, se comprometeu a eliminar de forma paulatina as sacolas de plástico. O grande império de Amancio Ortega, o Grupo Inditex (Zara, Bershka, Oysho, Massimo Dutti etc.), presente no mundo todo, sendo consciente do problema, está há algum tempo oferecendo sacolas de papel reciclado ou plástico biodegradável, que acelera sua decomposição, sem deixar nenhum resíduo.
O setor de embalagens se orienta cada vez mais à produção de produtos biodegradáveis, a fim de contribuir para a causa ecológica. Assim os artigos fabricados com fécula de batata, emergem com força entre as alternativas já existentes como a utilização de tecido e papel.

Ao contrário de uma bolsa de plástico - que demora cerca de 400 anos para se desintegrar, segundo o Greenpeace - estas de componentes orgânicos se decompõem em pouco mais de três meses passando a fazer parte do substrato do solo sem contaminá-lo, como defende no seu site a Coemmo, empresa que as fabrica.

Sua resistência e aspecto não se diferenciam muito das tradicionais, mas os benefícios para a natureza são notáveis. No entanto, as opções destinadas a substituir as velhas bolsas de plástico são mais caras, e o interesse econômico fica muitas vezes acima do ambiental. "A indústria que as fabrica é mais reticente à mudança", afirma Julio Barea, responsável pelo setor de poluição do Greenpeace Espanha. Apesar disso, ele acredita que as mudanças acontecerão "porque as pessoas querem assim".
É necessária a conscientização sobre o problema, sabendo que pequenas mudanças de hábitos podem contribuir para a conservação do planeta. A oportunidade de melhorar a situação do meio ambiente está nas mãos de todos, desde o cidadão até as grandes companhias.""

Natalia P. Otero. EFE - REPORTAGENS.

CONTINUA ... ... ...